sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
De Brumadinho a Bonfim
No meu trajeto vou olhando a paisagem Percebo árvores de tom ferrugem Respondo aos acenos de quem nunca vi Passo por casas em ruínas Ipês amarelos colorem meu caminho Algumas flores são roxinhas Galhos retorcidos formam sombras complexas na estrada do meu pensamento. A ponte torta me causa vertigem A curva do rio me faz pensar na vida, o rio nunca é o mesmo, nem nós somos! Vejo bambuzal, milharal, curral... Capelas e cruzes a margem. Sigo observando vales e montanhas As nuvens formam figuras, pura miragem Pelas janelas abertas a poeira vermelha dança Fazendo par com cada lembrança Na estrada de chão, com suas curvas sinuosas... Passagem para um só... Aproximo-me do meu destino enfim!
Sinais

“Nos desvios de seus olhares
Encontrei minha perdição “(Guilherme Babeto)
Na sua fala, me deparei com esta bifurcação.
Na sua pele, encontrei pista escorregadia.
No seu abraço, encontrei o retorno.
A sua risada, me deixa em uma encruzilhada.
O seu toque me faz pensar em saliências.
O seu sorriso é sinal verde para continuar.
Nos seus beijos, encontrei o abismo,
No qual me joguei.
Encontrei minha perdição “(Guilherme Babeto)
Na sua fala, me deparei com esta bifurcação.
Na sua pele, encontrei pista escorregadia.
No seu abraço, encontrei o retorno.
A sua risada, me deixa em uma encruzilhada.
O seu toque me faz pensar em saliências.
O seu sorriso é sinal verde para continuar.
Nos seus beijos, encontrei o abismo,
No qual me joguei.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Poesia Musical
Estou em uma carruagem .JPG)
Movida por uma parelha de cavalos
Percebo ao longe um farol
Não vejo ninguém
Atravessam meu caminho interrogações
Mudam a paisagem
Da dor ao prazer?
Não sei dizer!
Caem do céu, como chuva fina, reticências
Passo por uma praça
Dois vultos se esgueiram na escuridão
Ouço uma exclamação
De dor ou prazer?
Não sei dizer!
Continuo a viagem rumo ao farol
Agora ele está mais próximo
Preciso me apressar.JPG)
Atrás da montanha vem o sol
Atravesso uma ponte
Sinto dor ou prazer?
Não sei dizer!
Depois da curva surge o farol
É o meu ponto final
Da dor ou do prazer?
Não sei dizer!
Movida por uma parelha de cavalos
Percebo ao longe um farol
Não vejo ninguém
Atravessam meu caminho interrogações
Mudam a paisagem
Da dor ao prazer?
Não sei dizer!
Caem do céu, como chuva fina, reticências
Passo por uma praça
Dois vultos se esgueiram na escuridão
Ouço uma exclamação
De dor ou prazer?
Não sei dizer!
Continuo a viagem rumo ao farol
Agora ele está mais próximo
Preciso me apressar
Atrás da montanha vem o sol
Atravesso uma ponte
Sinto dor ou prazer?
Não sei dizer!
Depois da curva surge o farol
É o meu ponto final
Da dor ou do prazer?
Não sei dizer!
sábado, 8 de maio de 2010
Presentes da Vida!
*Foto By:Ton
sábado, 24 de abril de 2010
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